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eu. |
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There's something about being wrong that makes philosophy a bit more than just a necessity of repairing pasts and saving futures.
danielle games cruz, Outraterra, 2011
black 0.05mm staedtler pen/colour 0.4mm stabilo
well, let’s fly a bit. maybe is confortable outside. just maybe.
‘Língua nativa’ (2011)
black 0.05mm staedtler pen/colour 0.4mm stabilo
danielle games cruz
Um mundo que veio feito da palavra…
Com poucos traços espontâneos e impulsivos pode-se criar um universo. Assim, com novos conceitos, novos significados, novas relações de sentido o narrador contrói e conduz os observadores através de sua rede. Desenredá-la é o objetivo. Encontrar seus vínculos “verdadeiros” diante das aparências parece ser mesmo o sentido de qualquer estória de mistério. Tudo começa por dispor de um novo alfabeto, conceitos, personagens, atores que serão recursivos e farão da rede gramática, e ao mesmo tempo, mensagem e imagem do que se quer recordar.
‘Target’ (2011)
black 0.05mm staedtler pen/colour 0.4mm stabilo
danielle games cruz
Where will you target your attention?
A new issue :)
I really enjoy doing this stuff! ;)
Something express about my silent and slow art (and with corrections…!)
‘Living in Brazil’ is not just a work of patience. It’s a way of life brought by a 0.05mm pen. I just love it! This is how my drawings looks like this year, so I offer you an appetizer. I hope you like it!
When you see too many things happening at once, at the same time, it’s almost impossible figure out its causality. And this is too big to put in a short caption. It’s not a bad idea to wait for a longer text, hum? ;)
Smile: it’s comming.
Danielle Games Cruz all rights reserved.
‘Look at that egg’ (2010)
colour/nankin pen; danielle games cruz
In 2009 I decided to use colours on my drawings. As result, they became much more organized and harmonic, spontaneously. ‘Look at that egg’ is one of my favorites exemples of this sensation of order in chaos.
‘Caminho de Cassandra’ (2010)
colour/nakin pen; danielle games cruz
the spelling of the future institutes a growth of truths, values, and beliefs.
Los dibujos “échame una mano” y “ojos y dedos” no tenían nombre hasta ser publicados. Hasta que necesité ponerles alguno para registrarlos en la Biblioteca Nacional junto a muchos otros trabajos. Son pareja, hechos en fechas muy cercanas, y por eso se puede notar una vibración muy común entre ellos. Me suele pasar.
Iré subiendo más adelante otros dibujos. Es un trabajo sobre todo de paciencia, espontaneidad y antinonimia, si se quiere, o un intento de superarla por lo menos. Al final no dudo que logremos hallar todo el orden de este caos. Me divierto. Espero que tú también.
Nature reclaims The City in these dioramas built and photographed by Lori Nix.
Nix on her project:
In my newest body of work The City I have imagined a city of our future, where something either natural or as the result of mankind, has emptied the city of it’s human inhabitants. Art museums, Broadway theaters, laundromats and bars no longer function. The walls are deteriorating, the ceilings are falling in, the structures barely stand, yet Mother Nature is slowly taking them over. These spaces are filled with flora, fauna and insects, reclaiming what was theirs before man’s encroachment. I am afraid of what the future holds if we do not change our ways regarding the climate, but at the same time I am fascinated by what a changing world can bring.
Dimensions | Alexander Lervik
Lervik created the installation out of 1728 heads, 35,000 parts and 24,000 LED lamps.
Surreal!
One of my favorite surreal objects is L’Ultrameuble / Ultra-furniture
by Kurt Seligmann *
presented at Exposition Internationale du Surréalisme held in January 1938 in Paris
thanks to mondoblogo
[taken from ’Surreale Dinge’ exhibition catalogue at Schirn Kunsthalle in Frankfurt]
… thank you Biljana …
Audio-visual portraits of Kiev by Sasha Kurmaz
My new experimental project.
Mixed photo and sound.
More: www.w-o-s.ru/visual/kiev2/index.html
The art: Betye Saar, The Liberation of Aunt Jemima, 1972.
The news: “New Racism Museum Reveals the Ugly Truth Behind Aunt Jemima,” by Jennie Rothenberg Gritz for TheAtlantic.com.
The source: Collection of the Berkeley Art Museum, Berkeley, Calif.
Castles in the Air
I’d have the world and live for imaginary things and it wouldn’t be perfect without books.
Steve Johnson, Words. At Newscientist Photo Competition.
See the full gallery here: http://www.newscientist.com/upload/photo-competition-words
“Ervas, pedras e raminhos, é a vocês que confio a guarda em pensamento da imagem que ficou em vista de meu corpo imbecil. Poeiras da rua, restos de fósforos, pedacinhos minúsculos, coisas do talude, listras, barbantes de rebotalhos, usados e caídos, pedaços de coisas dos objetos de queda, escamas, parafusos pequenos e pregos, pedacinhos minúsculos soltos do todo, fragmentos do que, ser da sarjeta, seres do talude, seres do solo da rua e dos bosques, coisas do baixo que vivi no chão pisoteando, recebam de minhas mãos minha boca e minha palavra. Tomem. Nunca uma coisa daqui recebeu a vida como cadáver.” (NOVARINA, V. A inquietude, 7letras, 2007, p. 43)
O ser. Palavra antiga, convertida em palavra boba. Em mera palavra, tematização do que. E do seu uso padrão e acostumado, a métrica da mediocridade constrangedora que alcançou a “filosofia do mantra”, ocidental, de vitrine, e academicamente difundida.
Bem vista, oui, no sentido de que quem logra cortejar a autoridade ou o público, no vocabulário pessoal de tal ou tal autor, somente saberá melhor o idioma de tal ou tal autor. Grande sentido!
Não importa -e isto é uma característica da sociedade de hoje- o conteúdo, a razão, a essência pessoal, “os pedacinhos minúsculos soltos do todo”, que se correspondam ou não e porquê. Na verdade, o conteúdo é só o parâmetro institucional. E de preferência, que estrangule a poesia lassa pela aparência de técnica descritiva. Trabalha-se o sentido legislativo daquele que compõe o discurso [histórico] sem maiores pretensões de novas constatações. Afinal, o discurso, afirmação paradoxal, se não é certeza não é. Mesmo que seja certeza da dúvida.
Pelo lado do empate -e no presente-, trato de entender por quais motivos nos sentimos nesta assimetria indecorosa, recorrente, neurótica e gratuita em relação à este escambo de rótulos e classificações ineficiêntes, chamado “filosofia”. Por quê (e aqui a sinceridade concatena-se com o orgulho) minhas boas observações surgem de um profundo desrespeito e desprezo. É possível que esta resposta -tão espiritual- tenha corpo de economia e política, cabeça analítica e sustente um poderoso giro dialético. A página de uma época que está virando-se bem devagar.
Pensar no conceito de sonho é recordar um pouco a Chuang-Tzu, sem saber ao certo se era um homem sonhando ser uma borboleta, ou uma borboleta sonhando ser um homem. Através desta imagem mostra-se que pouca há diferença entre sonhar e despertar.
Para os orientais, o despertar ativa a consciência, a leva a outro estágio de sonho, para situar-nos em um novo despertar. Funcionam, ao contrário da filosofia ocidental, em uma lógica da contradição. A consciência não é passiva a um objeto intencional, como costuma pregar a linguagem mediana e pseudo-técnica da filosofia ocidental, repetida como mantra pelos estudantes de filosofia por todo o planeta. O conceito de consciência é absoluto, e não uma conseqüência de um cérebro vivo. Esta afirmação se dissolve facilmente ao entender a consciência como uma inerência da vida mesma, e não como uma excentricidade humana. Se não fosse pela consciência -pela vida- o cérebro não seria mais que carne em putrefação.
Na filosofia ocidental, fala-se da ponta do iceberg da consciência de maneira definitiva, como tudo. Temos pressa.
Para os orientais, no entanto, a criação de instantes -a história- além de uma questão de vontade é a determinação intuitiva que faz-se das circunstâncias -os lugares- por onde caminhamos. Em materia de imagens, podemos pensar na tentativa de mudar o passado que incomoda, seus padrões, fechar o ciclo do que ficou inacabado, lidar com pulsões ocultas e trazê-las “à mente”; com o tempo, dar-lhes nome, significado, indicar e traduzí-las a outros nomes, multiplicando sonhos numa tentativa inútil de fuga do presente eterno.
Eis então a imagem tomada como objeto, projetada. Eis que dela também é seqüestrado o tempo. Como conceito, é habitualmente entendida em oposição à “realidade”, que, ao sintetizá-la dessa maneira, e com um pouco mais de rigor, deveria ser vista também como imagem oposta a si mesma.
Entretanto, esta imagem de realidade nos informa, nos transforma, nos sonha. Por isso, o oriental com razão nos dirá, sorridente, que somos pensados pelo pensamento.
Simplista, mas está valendo. Um gráfico do presente para futuros presentes seria bem parecido com uma árvore.
Ultimamente estamos vendo no mundo todo o começo de uma perseguição ao protocolo peer-to-peer. É um fato simbólico, político e prático. Simbólico porque as redes traçadas pelo protocolo p2p são redes descentralizadas. Político, então, por este mesmo fato. E prático, já que com a eliminação do “centro” parece que as relações ganham outro tipo de dinâmica de poder. Um poder nada interessante para os que querem governar.
Eu disse governar? Para os que querem “mandar”. Quem governa são os políticos e, com o andar da carruagem, estou cada vez mais cética da existência deste arquétipo nos dias de hoje. E você pode achar que eu estou louca. Não vou me chatear.
Vejamos, a explicação é muito simples e tem a ver com a contradição dos idearios imperantes. Etimológicamente, πολιτικος, isto é politikós, «cidadão», «civil», «relativo à organização de cidade», tem como vemos um significado afincado ao interesse comum, ao lugar comum da sociedade. Não obstante, não podemos afirmar -principalmente depois de 2008- que este seja o verdadeiro papel do que acostumamos chamar de “político”, hoje em dia. Para não ser muito chata: é impossível afirmar a existência de “políticos” em lugares onde mulheres e homens estão tomando decisões a favor dos centros monetários - os mesmos que causaram uma crise global. O Neoliberalismo é incompatível com a política.
Deveriamos, então, criar um conceito novo para esta classe de pessoas, e bem poderia ser, “centristas”. Centristas, daqui pra frente, são os que lutam para a manutenção dos centros. Os partidarios da existência destes “centros”.
E, o que quero dizer com “centro”?
Aqui uma definição abstrata pode ser útil. Centro equivale ao lugar que distribui as conexões e determina seus padrões. Em “conexões”, podemos entender as relações (relações de intercâmbio, transferências bancárias, compras -supermercado, shoppings, etc-, editoras, agências de notícias, canais de televisão e gerenciamento de informação…) e seus “padrões”, como suas características, singularidades, reiterações, “leis”. Assim, fica fácil observar como nossa sociedade lida constantemente com estes “centros”.
Vou aqui tratar dois aspectos interessantes do debate atual: a produção cultural -concretamente artística- e a economia. Na minha maneira de interpretá-los faz-se claro-e-evidente que existe uma luta ao redor da manutenção do centro, isto é, do poder imposto/conseguido, contra a ordem invisível e natural. Esta última é freqüentemente confundida com a “tecnologia anárquica”, e digo confundida não só porque a palavra anarquia difunde medo só de ser pensada, mas porque a ordem natural das coisas é anárquica, no sentido de que é difícil deduzir dela uma causalidade. O conceito de Tao poderia encaixar como “visão inexplicável” disso, e é até parecido ao conceito de Deus, mas com conotações essencialmente naturais e não definíveis; aí é quando entendemos que o conceito de Deus está mesmo bastante gasto.
Sou consciênte de que o assunto, uma vez compreendido, assume a forma de “efeito dominó”, já que o padrão do problema é bem singelo e cabe a muitos outros.
1. A produção cultural
Encontramos uma ilustração importante para o sentido psicológico do consumo sistemático em Ro.Go.Pa.G. Filme rodado em 1963 não perdeu a atualidade, isto quer dizer que ainda não superamos as críticas básicas desta coletânea de quatro curtas feitos por Rosselini, Godard, Passolini e Gregoretti. Na Espanha o filme foi censurado e só começou a ser emitido na década de 80. Estas idéias perigosas tinham a ver com o milagre econômico que anunciou-se depois da Segunda Guerra Mundial, e a teoria que rondava o compromisso de consumo que assumiam então os governos. Alguma diferença?
A importância da produtividade era declarada como uma roda que não poderia parar jamais de rodar. Apareciam os papéis do “consumidor” -ao invés de cidadão- e do “sócio” -ao invés de políticos. E hoje vemos que estes rols são cada vez menos discretos. Novamente, se em 63 estimava-se uma situação alarmante, hoje vemos que em um barco furado nossos “governantes” estão fazendo ainda mais buracos, e com muito respaldo interno, pois sempre existirá uma clara intimidação bélica por trás de cada decisão. Isto é praxe.
Na questão cultural, sabemos por Wikileaks que países como a Espanha, Austrália, e outros foram pressionados pelos Estados Unidos para que fizessem leis que estruturassem a questão dos direitos autorais. Na Espanha, o problema da Ley Sinde, foi motivo de descontentamento generalizado que deu origem a vários movimentos sociais, que desembocaram nas recentes manifestações de Democracia Real Ya. Com esta lei, basicamente busca-se acabar com o que os centristas chamam de “pirataria”.
Devemos entender a “pirataria” como tudo aquilo que foge ao domínio dos centros. Quando o centro já não tem controle do produto que fornece, tende a classificá-lo como falso. Isto não só acontece com a indústria audiovisual, mas também com os medicamentos (genéricos), sementes, roupas, comida, etc. É uma questão delicada e polêmica.
Comecei este artigo inferindo a perseguição em relação às conexões p2p, pois estas permitem que os usuários se conectem diretamente, e são responsáveis, por exemplo, pelo boom dos intercâmbios de mp3, e filmes, considerados “piratas”. É impossível falar disso sem os conhecidos impulsos dados por Richard Stallman, em relação aos softwares livres e o projeto GNU, que deram origem ao Linux. Vemos que a tecnologia opensource é justa, gratuita, e com ela outros programadores podem aprender, já que é permitido ler e modificar os códigos dos programas. Evidemente, esta não é a filosofia compartilhada por Apple ou Microsoft, aonde sim existe “pirataria”.
Os conceitos perdem seu valor se enxergamos seus contrapontos. Em relação a isto, foi criado o selo do movimento Cultura Livre (Free cultural works), muito parecido às licenças Creative Commons, os copyleft. Estas licenças especificam os direitos de cópia, utilização, difusão, e até comercialização das obras.
Estas “provocações” aos “centros” não deixam de ser ameaçadoras e curiosas. O Governo Espanhol, remediar a situação, criou então o selo “Cultura en positivo”. E na página encontramos aquela retórica orwelliana quase ofensiva: “Protege la cultura. Apuesta por la libertad de la cultura.” e mais abaixo: “Que no te queden dudas: detrás de este sello encontrarás siempre contenidos legales. Instituciones y empresas que protegen la cultura.”
Mereceria um post só dedicado a discutí-lo. A questão do conceito de segurança acompanhado do conceito de libertade é freqüente nas retóricas neoliberais como um modo de justificar suas campanhas militares. E como vemos no caso espanhol, a alusão aos “centros” é clara. Poderiam ser mais exatos e dizerem que “este selo protege às instituições e empresas”, pois “a cultura” -impalpável, indefinível e que nos engloba- não precisa ser protegida, e muito menos pela campanha de marketing oportunista “Cultura en positivo”.
São detalhes dos que tratam de combater a consistência de certas atitudes com a mera retórica. Os governos, apoiados e patrocinados pelas grandes indústrias do entretenimento, das armas, e etc, além de blasfemarem e tratarem de chamar-se “protetores da cultura”, tentarão de todas as maneiras rebater à produção independente.
A produção independente não precisa de um canal, um editor, uma indústria, uma corporação, os cafetões ou intermediários. As produções em massa caem em desprestígio por duas razões nobres: primeiro, são baratas, qualquer um tem acesso, já que assumem a característica de “spam social”. Segundo, perdem o valor da descoberta e a diversidade, que tem, por exemplo, a arte independente.
2. Economia
Mas não só isso, todos sabemos que a grande ameaça não é o significado subjetivo do consumo artístico, mas sim seu valor econômico. E esta é a parte virtual aonde o protocolo p2p simboliza aquelas relações para lá de ameaçadoras: as relações pessoais diretas.
Se eu decido agora vender meus desenhos, vamos supor, em tamanho ampliado -o que me geraria certo gasto- e diretamente ao cliente, isto poderia ser considerado economia informal, tal qual o tráfico de drogas, ou os camelôs ilegais. Isto é, as conexões comerciais diretas, propriamente “artesãs”, não fazem constar nenhum tipo de tributação, por isso este tipo de economia não computa no PIB de um país, e é perseguida. Agora, imaginemos uma economia toda em peer-to-peer.
Ela existe. É a economia formada pelo Bitcoin, a divisa criptografada surgida em 2009, logo após a crise. Bitcoin funciona em protocolo p2p, o que faz que as transações não tenham nenhum tipo de centralização. Ao ser descentralizadas, as transações são computadas pelos membros da rede, e esta computação é a mesma que “gera” novas moedas. O valor da divisa vem então determinado pela oferta de moeda -as disponíveis na rede- e a quantidade de pessoas que querem as Bitcoins.
Assim, pode-se acompanhar as cotações da moeda pela rede, bem como passar por diferentes tipos de comercios (aqui) e (aqui) aonde está economia está sendo gerada. No momento, não existe legislação que abarque este tipo de economia, já que é totalmente anônima, direta, rápida. Na China, o uso de moedas virtuais foi proibido em 2009. Ainda não podemos prever qual será impacto real desta descentralização, só sabemos que fará parte do nosso futuro, pois já está acontecendo. Você pode ler mais sobre Bitcoins, aqui.
3. Conclusão
Em termos filosóficos, este é o problema que os enfrentamos ao longo da história: a centralização. Atualmente, temos o exemplo do Anonymous como ilustração desta concepção de ataque aos “centros”, ao agir de maneira totalmente desarticulada. Surge a impressão de um grupo organizado, pois este é o padrão centralizador que tendemos a ver o mundo. De fato a política espanhola tentou que isto acalmassem os mercados -leia-se o Governo Americano- e disseram que capturaram “os chefões” dos Anonymous na Espanha, e com isto fizeram um papelão.
Anonymous é, assim, chave para compreender a situação social que vivemos hoje em dia, em termos de reação e suporte. Somos, essencialmente, rede. Já estamos organizados “naturalmente”. Ao estarmos neste tipo de relações diretas, ameaçamos economicamente os “centros” que estão acostumados a filtrar todas as nossas informações: supermercados (corporações alimentícias), indústrias farmacêuticas, a moda, os audiovisuais, os jornais, etc, etc. Se pensamos bem, onde antigamente havia parceria, cooperativas, hoje em dia existem leis que as proíbem. Por exemplo, a probição européia aos medicamentos naturais. Ou o polêmico ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), assinado entre Estados Unidos, Japão, Canadá, Austrália, México, Corea do Sul, Suíça, Marrocos, Nova Zelândia, e Singapura.
Vemos como injustamente o poder combate o que sente como “ameaças”, e o modo como nos correspondemos, intercambiamos nossos bens, nossas obras, parece ser “a ofensa”. Podemos produzí-los, mas não podemos vendê-los, pois vendê-los de modo independente supõe entrar na orla de competição com os centros já estabelecidos. É a autêntica afirmação de que já não são úteis, que já não existem como tal, que não são mais que uma artificialidade garantida pelo militarismo.
Esta é a tendência. Por muito que se queira impor com uma ação, o sistema se autoconfigurará com uma reação espontânea. As tentativas de rebater as iniciativas sociais de cultura e intercâmbios independentes com mera retórica extorsiva confirmam o clima orwelliano que temos a obrigação de conter. Alimentam, como não, as nossas críticas, fortalecem nossos estudos, fazem com que reconsideremos de maneira mais justa nossos ideais de democracia, e difundamos as idéias que ontem talvez estivessem menos expostas, pois a pouca vergonha não tinha ainda alcançado cotas semelhantes.
Muitas vezes entramos em um museu esperando um espetáculo da perfeição. Admiramos a forma, a técnica, e geralmente sequer importa o sentido da obra. Pode ser por isso que os museus de cera tem tanta afluência. A obra, vista desta maneira, tem seu sentido implícito no fato de estar exposta no museu, isto é: seu status reside no feito de ocupar aquele lugar.
Esta é uma questão básica. O museu outorga autoridade e importância da obra exposta. É seu espaço ontológico, onde a partir dele tal objeto se caracterizará em uma série de pequenos eventos de importância, quando falamos deles. Outorga luxo, de proporção nada acidental. Logo, estes eventos de importância, se convertem em eventos de “mega importância”, quase (se não totalmente) espirituais.
É fácil intuir que, na história da arte, o foco passou cabalmente da admiração das destrezas do artista -financiado pela corte, isto é, com uma pressão de uma autoridade absoluta que poderia exaltar ou obstruir por completo sua carreira- às destrezas do espectador. Novamente, o espectador que entra em um museu interessado em não fazer parte da obra, muitas vezes sai indignado. Não forma, de maneira satisfatória para ele, esta breve teoria que chamei de “série pequenos eventos de importância”, e como resposta reacionária diz que “é preciso estudar” antes de participar daquele espaço artístico.
Não me parece má idéia, mas tampouco uma obrigação. O que sim é importante ressaltar com estas duas considerações (a de mudança de centro de atenção na história da arte, resultando no cambio da técnica pelo sentido, que não se reflete só na história da arte, mas em toda história do pensamento) é que ao fazer uma projeção de sentido, tal como adequar o sentido do espaço presente em opiniões futuras, como no caso do museu, continuam estando em jogo as técnicas mais elementais dos grandes artistas: a justa proporção, resultante de diversas perpectivas. E provavelmente não poderemos fugir desta articulação, seja como artistas -cumprindo ou desafiando estas “normas”, sem nunca deixar de fazer parte do simulacro do espectador- seja como visitantes, sem nunca poder inibir esta participação ativa de criação e hermenêutica da obra.
Hélio Oiticica - Metaesquema (1958)
Apuntes de la madrugada. Cuando trato de elaborar ciertos esquemas, es imposible que resulten conclusivos. O lo que es lo mismo, cuando trato de lograr una imagen verbal de un problema, no espero de él “verdad”. Busco “verdad”, pero asumo el error de las “conclusiones”. He de infringir esta locura a fin de entender. Nuestra manera de utilizar el lenguaje dista de nuestra manera de entender y organizar las oraciones en una única palabra; esta actitud es mucho más plástica -y por eso es capaz de reexplicar los juegos de lenguaje- que nuestra actitud subsecuente de crear tiempo-lengua-espacio. Quizás todo eso sea un problema de “movimiento”. De como concebimos nuestra propia percepción (o de cómo no la concebimos). En resumen -quizás arriesgado- problema de una cultura religiosa muy poco maleable, empezando por lo que estamos acostumbrados a entender por religión*.
Texto. Cosa. Hueco. Mudo. Caminos, hacia esta limitación de espacio. Limitación ficticia de espacio. Fronteras. Forma. Inteligencia. ¿Verdad o Razón? ¿Verdad o Proceso? ¿Verdad o Repetición? ¿Logaritmos!
* situ-ación de religión: no la religión de los “otros”, la “religión impuesta”, “enseñada”, “aprendida”, “estática”, pero sí una “religión práctica”, “mutante”, “mis creencias”, mi religión personal que siquiera traigo a la conciencia pues está en constante construcción; en constante repetición “a camino de”.
Durante muchos años la Filosofía ha celebrado un cambio estructural de paradigma, el giro copernicano. La mirada del sujeto que propone Kant (1724-1804) como base fundamental de la experiencia y por eso del conocimiento, ha derivado en dos sentimientos opuestos. Un total idealismo, por parte del romanticismo alemán, con la figura de Fichte, donde el yo se convierte en un absoluto, y en un total objetivismo, con el positivismo de Comte, en donde sólo los hechos y la experiencia conforman la leyes de la ciencia, ante la imposibilidad de conocer “la cosa en sí”, el noúmeno.
Se puede trasladar esta dicotomía hasta principios del siglo XX, tiempos los cuales se avecinaban dos guerras, la psicología ya hacía su trabajo gracias a las aportaciones de Nietzsche, a la vez filosofía husserliana reivindicaba el estatus del discurso filosófico trazando una dura crítica al psicologismo y al objetivismo. También es a principios del siglo pasado que se da el nacimiento de la física cuántica, con Max Planck, en 1900. La idea de Planck iba sobre el comportamiento de la luz como onda, cuantos de luz, o partículas, fotones. Esta, seguida de la teoría general de la relatividad propuesta por Einstein en 1905, también pondrían de manifiesto el papel del sujeto.
Hemos visto que en dos siglos los desarrollos conceptuales han cambiado significativamente, o lo que es lo mismo, nuestra manera de juzgar el universo y a nosotros mismos ante él y en él. No obstante, hasta la mediados de la segunda mitad del siglo pasado, no contábamos con una plataforma estable de instantaneidad de información, que es Internet. La información nos venía en un flujo más o menos homogéneo, y este monopolio -que tuvo su ápice en la segunda guerra mundial, y con los principios de la publicidad- era muy facil de darse. En los días de hoy la información es libre de ser trazada de una manera individual, creando condiciones de infinitas posibilidades de desarrollos conceptuales, dentro de una misma empatía que hace triunfar cualquier lenguaje.
Es muy difícil -y muy poco sano, me temo- atarse, pese a estas condiciones, a una corriente específica de pensamiento y distribuir como imanes su desarrollo conceptual -y sólo su desarrollo conceptual- si por lo que de verdad nos interesamos es el comportamiento y la fluidez de la información.
Poco nos convencerá la idea de la mera propaganda de un vocabulario específico patentado por un ideario: nos parecerá un absurdo que ante la pluralidad de desarrollos -conceptuales- a fin de nuevos cambios, atarse a un único concepto que resuma en sí a toda una red. Es la pluralidad, la diversidad, la que realmente preserva y construye un estatuto del sujeto.
Cuando tratamos exclusivamente la filosofía, hay que tener en cuenta que si se aboga por una actitud, hay que ser esta actitud. Si una filosofía me dice que yo debo hacer una descripción como método, y en cambio no me deja este espacio sino que pretende que yo me conforme con una descripción ajena -y su vocabulario- como paradigma, no está tratando con honestidad las grandes dificultades de sus propuestas. Y una de ellas es precisamente su propia difusión. Tema que dejaré abierto para otro comentario, en otro contexo.
En suma: una corriente filosófica, un equipo de fútbol, un adjetivo cualquiera que trate de atraparnos en una definición tal como nuestro género, la nacionalidad, edad, estados de humor, etc, todos estos son síntomas de que todavía hay muchísimo miedo de explorar lo que de verdad hay de genuíno en nosotros. Apegarse a una religión, secta, partido, que suplante nuestra pura actitud en el mundo, es no haber comprendido en profundidad lo que ocurre en un siglo en donde el mundo está -más que nunca- plenamente conectado.
Al revés: es hacer precisamente lo que se acusaba a aquél objetivismo siglos antes tan criticado: creer que una expresión es suficiente, cuando la naturaleza interna de esta expresión es la mutación a través del entendimiento. Insistir en ello, como hacen los países, los políticos, los religiosos, familiares y muchos profesores, es de alguna manera, forzar ciertas limitaciones ficticias que sólo causan tristeza y dolor entre los pueblos.
No estamos encerrados en conceptos. Nunca lo estuvimos; hay incompletud. Tratamos de hacerlo, nos escondemos en ellos, nos aferramos a ellos en una febril búsqueda de sensación de permanencia. Pero en realidad también estos cambian a cada nuevo momento comprensivo.
Depois de 80 anos, a Bauhaus volta a ser publicada pela Bauhaus Dessau Foundation. A revista tem como intuito informar sobre as atividades e eventos da fundação, assim como dar uma geral na cena do design mundial.
Originariamente, a Bauhaus foi uma escola de desenho e arquitetura, fundada em 1919 por Walter Gropius, em Weimar, e fechada pelos nazistas em 1933. É a escola de maior influencia e básica no que hoje conhecemos como design. Teve como integrantes a Paul Klee, Kandinsky, Marcel Breuer, etc. Em 1996 sua importancia foi reconhecida pela Unesco, como Patrimonio da Humanidade.
Para os que se interessem em assinar a revista: http://www.bauhaus-dessau.de/index.php?magazine
Nem sempre. Mas, como é que podemos viver nesta indecisão? As vezes os caminhos -todos eles filosóficos- parecem querer que tomemos uma decisão. Oras, toda decisão requentada é uma questão de filosofia. E quer queiram quer não, não podemos exigir um modelo de realidade para todos os individuos, bem a pesar de que, sejamos tão parecidos. Esta falta de acordo deixa a molecada louca.
Bastaria com aceitar ambos momentos. Um momento objetivo, para assuntos técnicos. Um momento subjetivo, para aquilo que os olhos não acreditam “do outro”. Bastaria com aceitar que isto ocorre simultaneamente. Ou não?
Talvez não seja a questão de calar uma dúvida, mas de arrastá-la ao coletivo.
O sujeito que se importe que a cale suas dúvidas sozinho.
O site virou o meu brinquedo. Coloquei uma caixa de papelão na entrada, e esperei a que as idéias saíssem pouco a pouco alí de dentro. A caixa aberta, porque normalmente encaixotamos as coisas, fechamos e as esquecemos assim. A caixa aberta, porque normalmente esperamos que as coisas tenham seu próprio final. A caixa aberta, para brincar um pouco com os meus limites.
Aproveitando a deixa do meu novo layout -espero que não se assustem os mais conservadores- defino este site como um conceito aberto. Como algo que não quer acabar logo. Talvez porque porque eu me sinta reprimida pelas minhas próprias idéias e me propus então o luxo e a extravagância de experimentar. Por um lado a experiência de compartilhar meus desenhos e pensamentos, e por outro diversificar a experiência daquele ou daquela me lê. Já pelas cores, pela língua, ou fotografias.
Um site editável tem que estar à altura das minhas mudanças de idéia. Mas mais ainda, minhas mudanças de idéia e atitudes devem estar à altura dos meus sentimentos.
We are all the time “thinking”, this is fact: it’s impossible to avoid thinking, to stop it. We can breath and try to put our attention in this act, in our body doing something -to breath- merely “to do nothing” to the most part of the people, and we’re still doing a lot of things. Those expressions, those feelings, are too close to images to us, as if they’d be too strong to change. That’s language, that’s how we understand with each other and how we use this portions of time to claim to the others a full coincidence with our thoughts.
We must count on those coincidences to help our conversations to achieve a meaningful and new image to all the parts. It’s important to us to believe that this is what’s going on right now.
That’s why I’d like to appoint that this kind of believing are abounding in our daily life like a pressuposed telepathy, and we tend to talk about that like if we were a couple arguing our relationship. That’s what happens in fact: beliefs and confidence are intrisically connected that we feel resentful when we have to discuss them. I don’t feel exactly like I mean to feel talking with someone who believes that i’m doing nothing - and I’m not judging what “to do something” means to this person, neither what is the meaning and uses to the verb “to believe” that this person considers. It’s better to qualify our conversation to enter in those misterious changes, without arguing in fact, to have a mutation, an improvement, in what we disdain from our friends, from the humanity.
We have this crazy feeling that everybody has the same image of thinking as ours. The same beliefs. That’s what we call “bon sens”, “sentido común”, a universal meaning for our logical decisions, even the decision of talking about that and knowing each other by the values we distribute to “things”. Entering in this silent “natural knowledge”, preconceived, previous any experience of telling something for the first time -now, because to say something right about this portion of time that I called “now” I have to have lived and experienced this portion of time before, what’s tecnically impossible, that’s why we record all “now” experiences and we alter the present moment with a image of a past moment- is what we have to do in philosophy. Criticizing, as we know, is more than an erotic challenge of control of our mental resources. Is to confuse them, to amuse them, to create better structures to a better rationality.
17/11/11
Take a look at the incredible work of Nathalie Miebach. Sculptures and music made with weather data. At Koikoikoi!
16/11/11
Library week!
03/11/11
Happy. And sad. And happy. And working. No walking. Rainy. Uffff!
"Chove, mira como chove", the first sentence I learnt in galego. :-)
25/10/11
20/10/11
Johnnie Walker made an exclusive campaign for Brazil in the contexts of World Cup and Olympic Games. The result is obviously spectacular. Take a look:
19/10/11
Harvard is giving great Extension Courses. Some of them are free. Have a try!
16/10/11
Today, check it out my post at Koikoikoi about Naoto Hattori, a fabulous pop surrealist artist.
15/10/11
Everybody on the streets, one of the most beautiful days ever. People's dignity against who deliberately steal and break dignity's laws.
12/10/11
Let's make it work. I thought the other day I wouldn't have a social life anymore, with a lot of books to read, and a lot of effort to do, but this is not that true. I'm happy about hanging out with my friends, and inspire my ideas on these kind of moments. A great friend who worked many years on marketing always says that if you want to have good and effective ideas, you should hang out with your friends, forget about your projects, and the next day think about it differently. It's just what I'm doing. And it's happening!
Today at Social Design Magazine, I got post published about Do-Ho Suh and the exhibition Home Within Home. Really cool.
And the Water Calligraphy Device by Nicholas Hanna, one of the most popular interventions of Beijing Design Week.
09/10/11
All my thoughts to north american people occupying more than 900 cities. 15 oct #globalrevolution!
03/10/11
You can read my texts on Elemmental.com from this website. It only appears the most recent posts. In spanish.
At Koikoikoi:
The fabulous installation by the french architect Serge Salat inspired on the Yi King is in a several chinese cities.
29/09/11
Today at Koikoikoi, a magazine that I love:
27/09/11
Everything ok, Closr.it is ok, my trip was excellent, and I'm even warming up my soul to walk 7km/day. Miracles?
Today at Koikoikoi Magazine:
22/09/11
Tomorrow i'm going to Porto to meet an old friend. :-) One technical problem: the service I use to show my drawings is under maintenance, I hope they come back soon.
21/09/11
We are going to have a nice time in Porto this weekend. I love Portugal, specially the coffee, bacalhau, and vinho verde. Nham!
Post at Social Design Magazine:
Excelente diseño de botijo adaptado a nuestros tiempos.
20/09/11
Helmut Newton's U.S. premiere at MFAH cover 205 photographs from 1976 to 1981.
17/09/11 - At Koikoikoi Magazine:
A rendez-vous of fantasy and militarism appoints the political achievements of this era.16/09/11 - At Social Design Magazine:
Ojos escépticos sobre las soluciones baratas para problemas costosos. Sin embargo, dos proyectos muy interesantes.14/09/11 - At Koikoikoi Magazine:
A brief consideration about Richard Hamilton's work.Have you ever seen this tetris' style somewhere?
13/09/11 - At Koikoikoi Magazine:
Digital artist considered as a painter presents new work at Helford Gallery.Stunning näif Illustrations of Aaron Meshon attracts the attention of the world.
12/09/11
Lygia Pape's Retrospective at Reina Sofía until October 3rd.
04/09/11
I can smell September outside.
25/08/11
24/08/11
21/08/11 - Studying all night long. That's when the best ideas appeal to me to come out and play.
05/08/11
Everything ok. Servers in their best mood. That's how I like it :) I love this layout, I'm willing to keep it for more than one month... hehe.
01/08/11
Another problem adding tumblr. If you urge to see my artwork, please go to: http://daniellecruz.tk
06/7/11
Everything seems ok now, system works nicely. Thanks for the support team. Or maybe, thanks for the coincidences of life.
05/07/11
I had uploaded another drawing, but I have a problem adding my tumblr account on this surface. So, we'll have to wait a little.
28/06/11
A brand new blog appears. It's so cool! Alegoria!
17/06/11
Sunny day and a lot of to reaaaaad. Ufffff!
13/06/11
Hey! I accept donations in Bitcoins: 14cp86YfrBx7smVq9oh9j5xZDmwHah8gjt
In fact, I'd like to support this kind of economy, so... let's try it!
11/06/11
I finished my tests this week. I'm glad about it, but I still have too much work to do. In fact, I have to study the next 3 months to my tests in September, while I'm finishing -yes!- my short movie in Paris, and some other artwork. The bad news is that I have a cold, but this is nice to stay at home reading "Fedro" and making some stuff on the Internet. ;)
21/05/11
Spain is taking over the squares, and I just changed my mind again about my page look. ¡Ánimo a todos los acampados!
16/05/11
I just uploaded 'Target' -I love this drawing- but I feel I have problems with this server. It shows me three drawings instead of one.
08/05/11
That's my first publishing in
Facebook. I'm a bit shy, so I wait three months to do it. Well, my sofa has
disappeared but I got a new layout! Who said I must be conclusive?
06/05/11
I just publish a new portfolio,
or something like that. Is too short, but I like the result. It looks great!
You better check it out seated on my new couch... ;)
25/04/11
There's a new background, just
to jump to another pattern!
20/04/11
I uploaded today 'Living in
Brazil'. One of my favorites. I hope you enjoy it, I was just waiting for an
"Ok" to publish more drawings - I'm doing it in homeopathic dosis
because I know is too much information.
All my drawings are registered in the National Library, in Rio, by the way.
17/04/11
A new post on my
blog, "O tempo". I love talking about our conceptual stones, and how
they wash our brains. I'm sorry, sorry, really sorry if you came here looking for my issues with my
art work. I'm just working on that, and trying to study hard at the same time
-it's not easy- so I have to choose. That's life! ;-) Thanks for comming
anyway.
02/04/11
New layout again. Today
I updated my issues, and I'm really glad about it. You can check it out at
"Art Work".
29/03/11
New layout. Buildings. More aggresive, urban, no surprizes down there. Red sky means "there's too much to do here", or "This place is going to swallow us". They say it look's like 70's Batman... I do think so!
22/03/2011
Practising detachment: erase everything you did in a week. Yeah... that's why they call it "to practise".
21/03/2011
It's a good day to change stuff, to make a better place where I can move my instincts being happy at the same time. I don't like those statics portfolios, where you can't do nothing more than read, I mean, I want to use it, to grow with it. To make something singular without attach myself into an image (wow, this is so easy to say but too rude to assimilate!). So that's how I'll do it, like a game. I hope you find me.
"Trust yourself, and let it flow." that's the best sentence to describe a work of illusion, magic, and overwhelming contradiction of words. Like a zen theater, words are images floating around our consciousness. Form that creates reality and make us face the fundamental steps that force us to deny every definition, to go on.